- Daniel Vorcaro nega participação em fraudes durante depoimento à PF em 15 de outubro.
- Acusado de usar empresa Tirreno para passar créditos fictícios ao BRB, segundo investigações.
- Vorcaro pede soltura e afirma que não houve prejuízo, solicitando perícia externa.
- Preso desde março, ele está custodiado no presídio da Papudinha no Distrito Federal.
- Reclama de impacto na família e pede análise completa para evitar injustiça.
O dono do extinto Banco Master, Daniel Vorcaro, negou ter tido participação em fraudes ligadas à tentativa de compra do Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB). A declaração aconteceu durante o seu último depoimento no dia 15 de outubro à Polícia Federal.
Arquive esse processo, porque não tem prova nenhuma, não tem prova de fraude, porque não tem prejuízo. Faça-se uma perícia. Vamos contratar uma perícia de fora para saber os ativos foram vendidos. Se não tiver tido prejuízo, o que eu fiz? afirmou em depoimento.
De acordo com Vorcaro, ele teria tentado apenas solucionar um “problema” na troca de ativos da Tirreno. Investigações da PF dão conta de que a empresa teria sido usada para passar créditos fictícios ao BRB.
“Aonde que eu fiz alguma coisa de errado neste processo para estar há um ano preso. A minha família toda destruída, com tudo acabado. Fui resolver um problema, de boa-fé”, comentou.
Vorcaro pediu para ser solto. Ele foi preso em março deste ano e está custodiado no presídio da Papudinha, no Distrito Federal.
“Não dá para fazer uma análise sem ver o filme todo. Vamos fazer uma perícia. Me solta, primeiro, para não ficar esperando, deixa eu esperar em casa. Vamos fazer isso para que não se cometa injustiça".