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Diesel: 17 estados indicam adesão à proposta do governo para conter alta de preços

Entre os estados que demonstraram adesão estão Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão e Minas Gerais.

Frentista abastecendo carro | Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
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Pelo menos 17 estados já indicaram adesão à proposta do governo federal que prevê uma subvenção (subsídio) a importadores de diesel, com o objetivo de conter a alta do preço do combustível no país.

Entre os estados que demonstraram adesão estão Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão e Minas Gerais.

Estados ainda avaliam proposta

Outros estados ainda não se posicionaram. O governo do Rio de Janeiro, por exemplo, informou que aguarda a publicação da medida provisória para decidir sobre a participação na política. Também não se manifestaram até o momento: Alagoas, Amapá, Goiás, Pará, Pernambuco, Rondônia, São Paulo e Tocantins. O Distrito Federal já se posicionou contra a adesão à proposta de subsídio.

Confira abaixo os estados que se manifestaram a favor da medida: 

  • Acre (AC)
  • Amazonas (AM)
  • Bahia (BA)
  • Ceará (CE)
  • Espírito Santo (ES)
  • Maranhão (MA)
  • Minas Gerais (MG)
  • Mato Grosso do Sul (MS)
  • Mato Grosso (MT)
  • Piauí (PI)
  • Paraná (PR)
  • Rio Grande do Norte (RN)
  • Rio Grande do Sul (RS)
  • Sergipe (SE)
  • Santa Catarina (SC)

Governo deve avançar mesmo sem unanimidade

Nesta terça-feira (31), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a medida será viabilizada mesmo sem consenso entre os estados. Segundo o ministro, a política de subvenção deve ser formalizada por meio de uma Medida Provisória (MP) ainda nesta semana, garantindo a implementação do programa.

Entenda a proposta

Pela proposta apresentada aos governadores, o governo federal pretende conceder uma subvenção aos importadores de diesel para conter a alta dos preços. O benefício seria de R$ 1,20 por litro até o fim de maio, dividido igualmente entre União e estados (R$ 0,60 para cada).

O acordo teria validade de dois meses, com perda estimada de cerca de R$ 1,5 bilhão para os estados, compensada por meio da retenção de recursos do Fundo de Participação dos Estados.

Nesse modelo, os estados não precisariam zerar o ICMS, diferentemente da proposta inicial. A medida se soma a ações já adotadas, como a isenção de PIS/Cofins e a subvenção anterior de R$ 0,32 por litro concedida pela União.

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