- O ministro Kassio Nunes Marques tomou posse como presidente do TSE em 12 de abril.
- Ele ficará à frente da Corte Eleitoral até maio de 2027 e comandará as eleições de outubro.
- O ministro defendeu o sistema eletrônico de votação, considerado um dos mais avançados do mundo.
- Ele destacou a importância de eleições "limpas e transparentes" e garantir que cada voto seja contabilizado.
O ministro Kassio Nunes Marques tomou posse nesta terça-feira (12) como novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral e afirmou, durante discurso, que as urnas eletrônicas representam um “patrimônio institucional da democracia brasileira”.
Nunes Marques ficará à frente da Corte Eleitoral até maio de 2027 e comandará as eleições de outubro, quando os brasileiros irão às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores e deputados. O ministro sucede Cármen Lúcia, que presidiu o tribunal durante as eleições municipais de 2024.
Ao assumir o cargo, o magistrado defendeu o sistema eletrônico de votação e destacou que o modelo utilizado no Brasil é um dos mais avançados do mundo.
O QUE ELE DISSE?
“O sistema eletrônico de votação brasileiro constitui um patrimônio institucional da nossa democracia”, afirmou o ministro durante a cerimônia de posse.
Nunes Marques também ressaltou a importância de eleições “limpas e transparentes” e disse que o Tribunal Superior Eleitoral deve garantir que cada voto seja contabilizado como expressão da soberania popular.
DESAFIOS
Durante o discurso, o novo presidente do TSE citou ainda os desafios relacionados ao uso da inteligência artificial no processo eleitoral. Segundo ele, embora a tecnologia possa trazer benefícios, também pode ser utilizada de forma inadequada e gerar impactos negativos durante as campanhas.
O ministro defendeu que a atuação da Justiça Eleitoral ocorra com “independência, equilíbrio e prudência”, respeitando os princípios do Estado Democrático de Direito.
A cerimônia de posse contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de ministros do Supremo Tribunal Federal, parlamentares e outras autoridades. O ministro André Mendonça assumiu a vice-presidência da Corte.