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2 procurados pela Justiça foram eleitos vereadores no 1º turno das eleições 2024

Além dos eleitos, o levantamento também aponta 18 suplentes com condenações pendentes

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Dois vereadores eleitos estão sendo procurados pela Justiça, incluindo um por homicídio e outro por dívida de pensão. Quatro suplentes eleitos enfrentam condenações graves, incluindo estupro de vulnerabilidade e tráfico de drogas. A Lei da Ficha Limpa pode anular a eleição de candidatos condenados, mas alguns mandados podem ser descobertos após a votação.
Urna eletrônica | Foto: Reprodução
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Dois candidatos eleitos para vereador nas eleições de 2024 estão sendo procurados pela Justiça, enquanto outros 18 ocupam cargos de suplência. A informação foi obtida por meio de um levantamento, que analisou os dados de candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e obteve mandados de prisão no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), administrado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Entre os eleitos, Gilvan (MDB), de Lagoinha do Piauí (PI), foi condenado em 2021 por atropelamento que foi morto em Marabá (PA). Marco Aurélio (Republicanos), vereador eleito de Paty do Alferes (RJ), é procurado por uma dívida de pensão alimentícia, o que pode ser reembolsado com o pagamento da quantidade devida. No caso de Gilvan, suas reportagens estão amparadas pela Lei da Ficha Limpa, o que poderia ter impedido sua candidatura.

O levantamento também aponta quatro suplentes com condenações graves. Celmar Mucke (União), suplente no Rio Grande do Sul, foi condenado por estupro de vulnerabilidade e está foragido. No Piauí, Gasparino Azevedo (PT), 1º suplente, também foi condenado pelo mesmo crime, enquanto Lula Costa (PSD), 9º suplente na Bahia, é investigado por associação ao tráfico de drogas.

A Lei da Ficha Limpa pode invalidar a eleição dos condenados, porém, alguns mandatos só são descobertos após as eleições. O Tribunal de Justiça do Piauí informou que o mandato contra Gilvan ainda não foi cumprido, e o vereador afirmou desconhecer a situação.

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