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Em plano golpista, Lula era chamado de “Jeca” e Alckmin de “Joca”

Grupo criminoso utilizava codinomes para se referir a alvos. Alexandre de Moraes era chamado de “Professora”.

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  • A organização criminosa previa a execução de Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes.
  • Os investigados usavam codinomes de países para evitar identificação em um grupo no aplicativo Signal.
  • Rafael Martins foi identificado como "Diogo Bast" e também usou o codinome "Japão".
  • A PF descobriu que os investigados estavam divididos em locais específicos para executar ações contra Alexandre de Moraes.
Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes | Fotos: Ricardo Stuckert e Agência Brasil
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A investigação que desmantelou a organização criminosa revelou que o plano "Punhal Verde e Amarelo" previa a execução de Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes, identificados pelos codinomes "Jeca", "Joca" e "Professora". Um terceiro alvo, "Juca", foi citado, mas a Polícia Federal não identificou quem seria. 

INVESTIGADOS USAVAM NOMES DE PAÍSES

O documento revela que os investigados usavam codinomes de países como Alemanha, Áustria, Brasil, Argentina, Japão e Gana para evitar identificação. Eles discutiam detalhes do plano de golpe e execução de autoridades em um grupo no aplicativo Signal. 

Kids pretos presos pela PF: Rafael Martins de Oliveira, Hélio Ferreira Lima, Rodrigo Bezerra de Azevedo e Mario Fernandes — Foto: Arquivo pessoal e Eduardo Menezes/SG/PR 

"As mensagens trocadas entre os integrantes do grupo 'copa 2022' demonstram que os investigados estavam em campo, divididos em locais específicos para, possivelmente, executar ações com o objetivo de prender o Ministro Alexandre de Moraes", afirma a PF. 

As investigações indicaram também que Rafael Martins usou o codinome "Diogo Bast", além do codinome "Japão" nas trocas de mensagens.

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