- Deputado Fábio Novo (PT) é contrário à reeleição de Severo Eulálio na Alepi, mas não descarta votar pela permanência do atual presidente.
- Novo defende alternância de poder na presidência da Assembleia, alegando que evitar reeleições permite que outros parlamentares disputem o cargo.
- A discussão sobre a reeleição está em andamento no PT, com tendência majoritária favorável à permanência de Severo Eulálio.
- Novo afirma que sua posição pessoal não mudou e que seguirá a decisão partidária, mesmo que ela difira da sua opinião individual.
- O parlamentar destacou que a bancada do PT apresentará uma posição no momento oportuno sobre a reeleição de Severo Eulálio.
O deputado estadual Fábio Novo (PT) mantém posição contrária à reeleição para a presidência da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), mas não descarta votar pela permanência de Severo Eulálio (MDB) no comando da Casa. Em declaração nesta quinta-feira (5), o petista declarou que, caso sua posição pessoal seja vencida dentro do partido, acompanhará a decisão da bancada.
O deputado defendeu a alternância de poder na presidência da Assembleia. Para ele, impedir a reeleição abre espaço para que outros parlamentares também possam disputar o comando do Legislativo estadual.
“Eu, particularmente, sou contrário à reeleição em qualquer tempo, porque acho que, se nós não tivermos eleição em tempo nenhum, você permite alternância de poder e permite que um dos 30 parlamentares, qualquer um que queira, possa um dia também almejar ser presidente da Casa”, declarou.
Fábio Novo disse que o assunto ainda está em discussão no PT e destacou que a bancada vai apresentar uma posição no momento oportuno. Segundo ele, há uma tendência majoritária no partido favorável à permanência de Severo Eulálio.
“Essa discussão está sendo feita e, no momento certo, nós vamos dar a posição da bancada do PT. É uma tendência majoritária de permanência dentro do PT. A minha posição não mudou, continua sendo a mesma e eu não costumo mudar o meu discurso”, pontuou.
Questionado se votaria em Severo, o parlamentar confirmou que seguirá a decisão partidária, mesmo que ela seja diferente de sua posição individual.
“Claro, eu sou uma decisão de partido, eu sou o presidente do partido. A minha posição pessoal eu já dei, mas, se ela for voto vencido, eu acompanho a decisão do partido”, concluiu.