- Governo do Piauí estuda isenção do pedágio para veículos leves nas rodovias PI-247 e PI-392.
- Proposta visa reduzir impacto da tarifa para moradores e motoristas locais, mantendo sustentabilidade da PPP.
- Secretaria da Administração e DER analisam alternativas para direcionar cobrança prioritariamente para veículos pesados.
- Decisão será divulgada após conclusão dos estudos, por meio dos canais oficiais do governo.
- Secretário Samuel Pontes destaca necessidade de conciliar uso diário da rodovia com segurança jurídica da concessão.
O Governo do Piauí realiza estudos técnicos para viabilizar a isenção do pedágio para veículos leves nas rodovias PI-247 e PI-392, conhecidas como Rodovia da Soja. A proposta em análise prevê que a cobrança seja direcionada prioritariamente aos veículos pesados, respeitando os limites legais e contratuais e preservando o equilíbrio econômico-financeiro da Parceria Público-Privada (PPP) responsável pela concessão.
A medida busca reduzir o impacto da tarifa para quem utiliza as rodovias diariamente, especialmente moradores da região e motoristas que realizam deslocamentos locais, sem comprometer a sustentabilidade do contrato.
A análise é feita pela Secretaria da Administração do Estado do Piauí (Sead), por meio da Superintendência de Parcerias e Concessões (Suparc), e o Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Piauí (DER). Após a conclusão dos estudos, os órgãos informarão à população, por meio dos canais oficiais do Governo do Estado, as decisões adotadas.
O secretário da Administração, Samuel Pontes, afirma que a proposta em análise prevê a isenção de veículos leves do pedágio, mantendo a sustentabilidade da parceria e concentrando a cobrança, principalmente, no transporte de carga, responsável pelo escoamento da produção.
“O governador Rafael Fonteles nos determinou que buscássemos uma solução capaz de conciliar quem utiliza a rodovia no dia a dia com a segurança jurídica da concessão. Por isso, estamos realizando estudos técnicos para avaliar a possibilidade de isentar os veículos leves da cobrança do pedágio, mantendo a sustentabilidade da parceria e concentrando a tarifa, prioritariamente, no transporte pesado, que é o principal usuário para o escoamento da produção”, reforça Samuel Pontes.