- Ministro da Justiça defende que inclusão do Brasil no narcoterrorismo é debate secundário.
- População brasileira prioriza combate efetivo ao crime, segundo Wellington César Lima e Silva.
- Declaração foi feita durante agenda no Rio de Janeiro, onde entregou equipamentos para segurança.
- Decisão sobre designação de organizações terroristas cabe à legislação de cada país.
- Aliança da América Latina aderiu à decisão da Casa Branca sobre categorização de facções.
O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, defendeu que a decisão dos 14 países que fazem parte do Escudo das Américas de incluir o Brasil na esfera do narcoterrorismo é um debate secundário.
Para ele, a população brasileira precisa de um combate mais efetivo. A declaração aconteceu durante uma agenda do ministro no Rio de Janeiro. Na oportunidade, Wellington entregou ao Governo do Rio de Janeiro três kits de varredura e um georadar para ações de inteligência e segurança no sistema prisional fluminense
"O debate das tecnicalidades, da categoria das designações, esse é secundário e importa menos à população brasileira. O que a população brasileira quer é o máximo de efetividade na resposta", afirmou.
Ainda segundo o ministro, a decisão ainda está a encargo da legislação de cada país. A aliança foi formada na terça-feira (22) que integra países da América Latina sob o comando de governos da direita e faz parte de uma adesão à decisão da Casa Branca em designar facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho como organizações terroristas.