- Lindbergh Farias se manifestou sobre decisão dos EUA em classificar PCC e CV como organizações terroristas.
- Ele afirma que medida pode trazer impactos negativos para a economia e atração de investimentos estrangeiros.
- O parlamentar também criticou aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusando-os de agir de forma irresponsável.
- Segundo Lindbergh, o governo federal já está atuando no enfrentamento ao crime organizado com operações da PF e Receita.
O deputado federal e vice-líder do governo Lula na Câmara, Lindbergh Farias, se manifestou na noite desta quinta-feira (28/5) após a decisão dos Estados Unidos de classificar as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras. Ele afirmou que a medida pode trazer impactos negativos para o Brasil, especialmente em áreas como a economia e a atração de investimentos estrangeiros, além de representar, em sua avaliação, uma afronta à soberania nacional. Segundo o parlamentar, o governo federal já vem atuando no enfrentamento ao crime organizado, com ações da Polícia Federal e da Receita Federal voltadas ao enfraquecimento financeiro dessas organizações. “Essa classificação do CV e PCC como organizações terroristas pelos EUA terá consequências negativas para o Brasil, para a nossa economia, os investimentos estrangeiros e é um ataque brutal à nossa soberania. CV e PCC estão sendo combatidos pelo governo do presidente Lula, estamos pegando o andar de cima do crime organizado, com operações da PF e Receita que estão asfixiando financeiramente essas organizações”, disse. Lindbergh também criticou aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, citando o senador Flávio Bolsonaro e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, a quem acusou de agir de forma irresponsável. Para ele, esse tipo de postura poderia fragilizar o país e abrir espaço para maior interferência externa, além de prejudicar a imagem do Brasil no cenário internacional.