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Lula diz que não venderá o Correios, explica crise financeira e sugere possível parceria

Estatal enfrenta crise financeira bilionária e Lula diz que motivo é porque os Correiros teria permanecido na 'mesmice'

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  • Lula afirma que Correios podem fazer parcerias com empresas para enfrentar crise financeira.
  • Presidente garante que Correios não serão privatizados, mas sim recuperados.
  • Novo governo da estatal busca reorganizar dívida de R$ 15 bilhões e melhorar eficiência.
  • Lula atribui crise dos Correios à falta de adaptação ao novo mercado e competição desleal.
  • Estatal enfrenta dificuldades desde 1985 e é essencial para atendimento em todos os municípios.
Lula em sabatina da TV Globo | Foto: Reprodução/TV Globo
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O presidente Lula afirmou que, caso seja necessário, o Correios fará parcerias com empresas privadas ou estrangeiras para tentar driblar a crise financeira bilionária que a estatal enfrenta nos últimos quatros anos. 

Apesar disso, o chefe do Executivo garante que os Correios não serão privatizados: "Garanto. Não considero vender. Considero recuperar os Correios", disse.

O petista também citou a nova administração da estatal que tenta enxugar e reorganizar o rombo de R$ 15 bilhões.

A gente está com uma nova administração nos Correios, que está com a responsabilidade de fazer o enxugamento que for necessário nas contas dos Correios. Se for necessário fazer associação com empresa, nós faremos, com empresa brasileira ou estrangeira, porque a gente quer é um Correios prestando serviço, afirmou.

CORREIOS EM CRISE 

Lula também afirmou que a crise instalada na estatal se deve, principalmente, pela competição com outras empresas privadas que se adaptaram ao novo mercado, enquanto os Correios permaneceu na ‘mesmice’.

Desde 1985, o correio brasileiro vive em crise e alguém quer privatizar os Correios. Os Correios é uma empresa muito importante para o Brasil porque ela está em todos os municípios brasileiros. [...] Obviamente, a crise dos Correios é que ele não se adaptou aos novos tempos. Surgiu muita empresa de fazer entrega e os Correios ficaram na mesmice, disse.

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