- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva concluiu as 15 sessões de radioterapia.
- Tratamento foi realizado após a retirada de um câncer de pele no couro cabeludo em abril.
- Lula afirmou estar bem e confiante no resultado dos procedimentos realizados.
- O tratamento complementar começou em maio no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informou nesta sexta-feira (12) que concluiu as 15 sessões de radioterapia realizadas após a retirada de um câncer de pele no couro cabeludo. O anúncio foi feito durante cerimônia no Palácio do Planalto, onde o governo lançou uma linha de crédito destinada a trabalhadores de aplicativos para a compra de motocicletas.
Ao comentar o tratamento, Lula afirmou que está bem e demonstrou confiança no resultado dos procedimentos realizados.
Hoje, eu fui no hospital e terminei a minha 15ª sessão de radioterapia. Tive câncer de pele e a radioterapia é para sumir de vez qualquer perspectiva. Estou bem e feliz pela minha cura definitiva desse câncer de pele, declarou o presidente.
Tratamento complementar começou em maio
As sessões de radioterapia tiveram início em maio no Hospital Sírio-Libanês, que classificou o procedimento como um tratamento complementar ao realizado anteriormente. Segundo a equipe médica, a radioterapia teve caráter preventivo e não provocaria efeitos colaterais capazes de comprometer a rotina de trabalho do presidente.
A primeira sessão ocorreu em 25 de maio, em Brasília. Ao longo das semanas seguintes, Lula continuou cumprindo compromissos oficiais e mantendo sua agenda normalmente. Os procedimentos complementares tinham como objetivo reduzir os riscos de retorno da doença ou de eventual evolução do quadro clínico.
Câncer foi retirado em abril
A remoção da lesão ocorreu em 24 de abril, em São Paulo. Na ocasião, os médicos informaram que o câncer estava localizado e não apresentava sinais de disseminação para outras partes do corpo.
A dermatologista Cristina Abdala, responsável pelo procedimento, explicou que a lesão identificada era um carcinoma basocelular, considerado o tipo mais comum de câncer de pele associado à exposição prolongada ao sol. Segundo a especialista, trata-se de uma lesão localizada e de baixo potencial de disseminação.
O médico Roberto Kalil Filho, que acompanha a saúde do presidente, afirmou na época que a retirada era a conduta mais adequada. De acordo com ele, quando esse tipo de lesão cresce, pode causar feridas persistentes, sangramentos e dificuldade de cicatrização, tornando necessária sua remoção.
Com a conclusão das sessões de radioterapia, Lula informou que encerrou a etapa complementar do tratamento e afirmou estar recuperado do câncer de pele diagnosticado neste ano.