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Lula não deve indicar outro nome ao STF para o Senado, dizem aliados

Advogado-geral da União teve 34 votos, sete a menos que o mínimo necessário para a aprovação

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  • O presidente Lula não tem um plano B para a vaga no STF após rejeição de Jorge Messias pelo Senado.
  • Messias recebeu 34 votos favoráveis e teve 42 votos contrários, sendo rejeitado pela primeira vez em 132 anos.
  • A derrota é considerada uma derrota histórica para o governo e amplia a tensão entre Palácio do Planalto e Congresso Nacional.
  • Messias foi indicado há mais de cinco meses, mas enfrentou resistência da oposição e setores influentes do Senado.
Jorge Messias | Foto: Lula Marques/Agência Brasil
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não trabalha com um plano B para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) após a rejeição do nome de Jorge Messias pelo Senado.

Messias recebeu 34 votos favoráveis, sete a menos do mínimo necessário, e teve 42 votos contrários. O resultado marca a primeira rejeição de um indicado ao STF em 132 anos, sendo a última registrada em 1894, durante o governo de Floriano Peixoto.

Derrota política e tensão com o Congresso

A rejeição é considerada uma derrota histórica para o governo, ampliando a tensão entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional do Brasil, especialmente em um cenário pré-eleitoral.

Indicado há mais de cinco meses para a vaga deixada pela aposentadoria de Luís Roberto Barroso, Messias enfrentou resistência da oposição e de setores influentes do Senado, incluindo o presidente da Casa, Davi Alcolumbre.

Auxiliares do governo atribuem a derrota a uma articulação liderada por Alcolumbre contra a indicação, o que teria sido decisivo para o resultado final da votação.

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