- Michelle Bolsonaro recebeu alta do Hospital DF Star após internação por enxaqueca refratária.
- Após piora do quadro, ela foi submetida a bloqueio anestésico e passou a noite sem novas queixas.
- Enxaqueca refratária persiste mesmo com tratamentos, exigindo intervenções médicas.
- Michelle já teve segunda internação em 2026, interrompendo participação em compromissos eleitorais.
- Ex-presidente Bolsonaro também passou por bloqueio anestésico por crises de soluço.
A ex-primeira-dama e candidata ao Senado pelo Distrito Federal Michelle Bolsonaro (PL) recebeu alta na tarde desta quarta-feira (23) do Hospital DF Star, em Brasília. Ela havia sido internada na terça-feira (22) para tratar um quadro de enxaqueca refratária.
Segundo o médico Brasil Caiado, Michelle apresentou uma piora significativa do quadro desde domingo. Na noite de terça-feira, ela foi submetida a um bloqueio anestésico e passou a noite sem novas queixas, o que possibilitou a alta no dia seguinte.
Como funciona o bloqueio anestésico
O procedimento consiste na aplicação de um anestésico local próximo ao nervo que se pretende tratar. Em alguns casos, o anestésico pode ser associado a corticosteroides. O objetivo é reduzir temporariamente a sensibilidade e a inflamação na região.
A enxaqueca refratária é caracterizada pela persistência das crises mesmo diante de tratamentos preventivos e medicamentos.
Esta foi a segunda internação de Michelle em 2026 relacionada ao quadro de enxaqueca. Em agosto, ela também foi hospitalizada após uma crise e passou por exames e por um bloqueio anestésico de nervos cranianos. Na ocasião, a internação ocorreu no início do período eleitoral e impediu a participação da candidata em compromissos de campanha programados para os primeiros dias.
Bolsonaro também passou por bloqueio anestésico
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) também foi submetido a um procedimento de bloqueio anestésico em dezembro do ano passado, durante uma internação motivada por crises persistentes de soluço.
Segundo as informações divulgadas na ocasião, o procedimento foi realizado inicialmente no nervo frênico direito, localizado na região cervical e responsável pela transmissão de estímulos ao diafragma.
Dois dias depois, Bolsonaro passou pela mesma intervenção no lado esquerdo, como complemento do tratamento.