O Supremo Tribunal Federal aceitou a denúncia contra os irmãos Brazão e o delegado Rivaldo Barbosa, tornando-os réus no caso do assassinato de Marielle Franco.
Além dos três principais acusados, também são apontados como participantes do crime o major da PM Ronald Paulo de Alves Paula e o ex-assessor de Domingos Brazão no TCE do Rio, Robson Calixto Fonseca.
O julgamento ocorreu no STF devido à imunidade parlamentar de um dos acusados. O relator é o ministro Alexandre de Moraes e a investigação deve prosseguir com a coleta de novas provas e depoimentos de testemunhas e réus.
A 1ª Turma do STF aceitou por unanimidade a denúncia contra os irmãos Brazão e o delegado Rivaldo Barbosa, que agora são réus no caso Marielle. Os ministros Luiz Fux, Flávio Dino e Zanin, além de Cármen Lúcia fizeram votos breves acompanhando o relator, Alexandre de Moraes.
Além dos 3, outros 2 também são acusados de participação no crime: Ronald Paulo de Alves Paula, major da PM, e Robson Calixto Fonseca, ex-assessor de Domingos Brazão no TCE do Rio
O julgamento ocorreu no STF porque Chiquinho Brazão é deputado federal; o relator do caso foi o ministro Alexandre de Moraes
Executor do crime, o ex-PM Ronnie Lessa apontou os mandantes após fechar acordo de delação premiada. Investigação deve coletar novas provas e ouvir testemunhas e réus.
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