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Proposta para fim da escala 6x1 prevê 2 folgas já em 2026; veja detalhes

Setores específicos terão regulamentação somente após a aprovação da proposta que reduz jornada semanal

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  • Hugo Motta afirma que redução da jornada semanal de trabalho será implementada em até um ano.
  • A PEC prevê fim da escala 6x1 e garante dois dias de folga semanais, manutenção dos salários e redução da jornada máxima semanal.
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de reunião sobre a proposta com Hugo Motta.
  • A PEC prevê transição gradual após aprovação, com redução imediata de duas horas na jornada semanal em até 60 dias.
Hugo Motta e Lula | Foto: Fabio Rodriges Pozzebom/Agência Brasil
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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta segunda-feira que a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, prevista na PEC do fim da escala 6x1, será implementada em até um ano.

Segundo o parlamentar, a proposta prevê uma transição gradual após a promulgação da PEC.

De acordo com Hugo Motta:

  • em até 60 dias após a aprovação, haverá redução imediata de duas horas na jornada semanal;
  • em até 12 meses, ocorrerá nova redução de duas horas.

Com isso, a carga horária máxima passará das atuais 44 horas para 40 horas semanais.

PEC prevê fim da escala 6x1

A PEC da escala 6x1 estabelece o fim da escala de seis dias de trabalho para um de descanso.

O texto também garante:

  • dois dias de folga semanais;
  • manutenção integral dos salários;
  • redução da jornada máxima semanal.

Luiz Inácio Lula da Silva participou de reunião sobre proposta

Mais cedo, Hugo Motta se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir os ajustes finais da proposta. A pauta é considerada prioritária tanto pelo governo federal quanto pela presidência da Câmara dos Deputados.

No fim de semana, o relator da proposta, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), se reuniu com consultores da Câmara para analisar as mais de 100 propostas feitas ao texto. Também estava na agenda encontros com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, e com Motta, separadamente.

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