Quem era o juiz e ex-prefeito encontrado morto em seu apartamento; ele tinha 45 anos
- HISTÓRIA
Dono de um currículo considerado um dos mais robustos entre magistrados de sua geração, Antônio Netto possuía três pós-doutorados e dedicava parte significativa de sua carreira ao ensino e à pesquisa jurídica.
- HISTÓRIA
A morte do juiz Antônio Evangelista de Souza Netto, de 45 anos, causou forte repercussão no meio jurídico e na cidade de Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná. Encontrado morto em seu apartamento na madrugada deste domingo (14), o magistrado construiu uma carreira marcada pela atuação acadêmica, produção intelectual e protagonismo em projetos do Judiciário.
Natural de São Paulo, Antônio Netto vivia em Francisco Beltrão há pouco mais de uma década. Ao longo desse período, tornou-se uma das principais referências da magistratura paranaense, acumulando funções de destaque e reconhecimento institucional.
FORMAÇÃO ACADÊMICA
Dono de um currículo considerado um dos mais robustos entre magistrados de sua geração, Antônio Netto possuía três pós-doutorados e dedicava parte significativa de sua carreira ao ensino e à pesquisa jurídica.
Além de atuar como professor da Escola da Magistratura do Tribunal de Justiça do Paraná (Emap), lecionava em universidades e instituições de ensino superior. Em Francisco Beltrão, também integrou o corpo docente do Centro Sulamericano de Ensino Superior (Cesul).
Sua produção acadêmica reuniu centenas de publicações voltadas a diferentes áreas do Direito, consolidando seu nome entre estudiosos e operadores da área jurídica em todo o país.