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Rafael Fonteles diz que redes sociais serão prioridade no novo governo Lula

Em entrevista ao jornal O Globo, governador do Piauí também defendeu a PEC da Segurança e comentou o papel das redes sociais na comunicação do governo Lula

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  • Governador Rafael Fonteles (PT) concedeu entrevista ao O Globo na segunda-feira (26) sobre PEC da Segurança e redução da maioridade penal.
  • Fonteles defendeu redução da maioridade penal para 16 anos em crimes hediondos, alinhando-se à posição do presidente Lula.
  • Fonteles destacou papel crucial na campanha de Lula, enfatizando importância da comunicação digital na reeleição do presidente.
  • O governador citou políticas públicas do Piauí ampliadas nacionalmente, incluindo programas contra roubos de celulares e ações de segurança.
  • Fonteles descartou possibilidade de assumir ministério no governo Lula, afirmando não ter tido articulação com o presidente.
Rafael Fonteles (PT) ao lado de Lula | Foto: Ricardo Stuckert/PR
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O governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), concedeu entrevista na segunda-feira (26) para o Jornal O Globo onde tratou sobre a PEC da Segurança, redução da maioridade penal e comunicação digital na campanha do presidente Lula (PT). O petista também comentou sobre a possibilidade de ocupar algum ministério no novo mandato de Lula. 

Ao ser questionado sobre a redução da maioridade penal, Fonteles se posicionou a favor afirmando estar alinhado com o presidente.

A minha posição é a mesma do presidente: redução para 16 anos em caso de crimes hediondos. Eu acho que essa é uma medida que vai contribuir para o fortalecimento do combate à criminalidade, numa situação mais razoável do que a proposta de levar para 14 anos, afirmou.

CAMPANHA DE LULA

Fonteles teve um papel crucial na reta final da campanha de reeleição de Lula, principalmente, com os esforços de conquistar cada vez mais eleitores através das plataformas digitais. Em relação a isso, o governador citou que no discurso da vitória Lula já havia sinalizado a importância da comunicação digital na sua reeleição.

Para Fonteles, a tendência é que em seu novo mandato o presidente use cada vez mais estratégias que tenham as redes sociais como aliadas.  

Eu não tenho dúvida que nesse próximo governo, na verdade, já a partir de agora, ele vai usar cada vez mais as redes sociais para poder se comunicar com o povo e fazer um governo ainda melhor, ainda mais conectado com a população, compartilhou. 

PEC DA SEGURANÇA

Rafael sinalizou também sobre políticas públicas criadas no Piauí que estão sendo ampliadas para outros estados. Na oportunidade, o governador citou a atuação do secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas.  

Ele se tornou o secretário nacional de segurança pública, o que demonstra que as políticas públicas do Piauí, nessa área, de fato, foram reconhecidas pelo país e ele está lá implementando muitas das ações que nós fizemos aqui, inclusive esse programa de recuperação de aparelhos celulares roubados, mas mais do que isso, a redução do roubo e furto de celulares do momento em que esses crimes se tornam muito mais prejudicial, comentou.

Fonteles também defendeu a aprovação da PEC da Segurança que tramita no Congresso Nacional. O dispositivo prevê uma reorganização do combate à criminalidade. 

Não apenas a criação do Ministério, mas a aprovação da PEC, porque a PEC, ela descreve ou passa a determinar, sendo aprovada, qual será o papel mais claro do governo federal no apoio aos estados e na coordenação das ações”, afirmou Fonteles citando a criação do Ministério da Segurança Pública proposto por Lula. 

RAFAEL NA FAZENDA?

Informações de bastidores apontam que Rafael é um dos nomes cotados para assumir um dos ministérios durante o governo Lula 4. Ao ser questionado sobre a hipótese, Fonteles descartou a ideia e diz não ter tido esse tipo de articulação com Lula. O petista tem aparecido como possível nome para ficar no comando do Ministério da Fazenda ou Casa Civil. 

Eu nunca tratei sobre isso com o presidente. Eu tenho acompanhado muita especulação que tem tido na imprensa, mas eu nunca tratei com o presidente. Eu acho que da história do Brasil, nunca houve um caso de um governador recém-eleito ser convidado para ser ministro de Estado. Por isso que eu nem penso nessa possibilidade, afirmou. 

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