Exclusivo Sem perder R$1: Piauí adota plano de desperdício zero de recursos federais

O Estado fará um ranking das Prefeituras que melhor conduziram o processo de Busca Ativa.

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Entre os programas que a gestão quer aproveitamento máximo está o Minha Casa, Minha Vida; Na imagem, Lula entrega unidades em Mato Grosso. | Ricardo Stuckert

Com cerca de R$ 7 bilhões previstos para serem dispensados ao Piauí somente com programas federais, a secretária de Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos, Regina Sousa (PT), sinalizou em entrevista ao MeioNorte que o Piauí terá uma política de desperdício zero da abstração de recursos da União. O que ocorre em muitas ocasiões é que as Prefeituras, por desconhecimento do rito legal – como processos, cadastros, documentos pendentes, acabam perdendo a oportunidade de alocar uma série de ações 

Assim, a líder da pasta destacou que 700 técnicos estão sendo treinados para realizar uma Busca Ativa nos municípios piauienses, de modo a encontrar famílias que possuem o direito de receber os benefícios sociais e não realizaram o cadastramento. O processo se dará não só no Bolsa Família, como também no Minha Casa, Minha Vida, e todas as outras iniciativas 

“Nós estamos num processo para aproveitar todas as oportunidades, a Sasc Estadual está qualificando 700 técnicos pela Caixa Econômica, um treinamento real, exatamente para eles não errarem, fazer a Busca Ativa, ir na casa das pessoas, o Governo Federal botou dinheiro nas Prefeituras para contratar pessoal e ir onde as pessoas estão”.  

A ex-governadora do Piauí ainda pontuou que o Estado fará um ranking das Prefeituras que melhor conduziram o processo de Busca Ativa. 

“Depois vamos fazer um ranking das Prefeituras que fizeram mais para a gente poder dinamizar isso”, reverberou. 

Regina ao indicar para esse viés mostra o total alinhamento com o governador Rafael Fonteles (PT), que em todas as ocasiões têm demonstrado o foco do Executivo em trabalhar junto às Prefeituras para que nem R$ 1 sequer seja desperdiçado e o aproveitamento dos programas federais seja de 100% 

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