- Homem foi detido em Brasília após tentar atravessar grades do STF.
- Mochila foi lançada em direção a ponto de ônibus diante do tribunal.
- Área foi isolada por suspeita de explosivo e PMDF foi mobilizada.
- Operação Petardo foi acionada para inspecionar o conteúdo da mochila.
- Incidente ocorreu três dias antes do primeiro turno das eleições.
Um homem foi detido na noite desta quinta-feira (1º), em Brasília, depois de tentar atravessar as grades que cercam o Supremo Tribunal Federal (STF). Durante a ocorrência, ele lançou uma mochila em direção a um ponto de ônibus localizado diante da sede da Corte.
Por causa da possibilidade de o objeto conter algum tipo de explosivo, a área foi isolada e equipes especializadas da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foram mobilizadas para verificar a mochila.
De acordo com o STF, o sistema de segurança do tribunal identificou a tentativa de invasão e comunicou imediatamente a Polícia Militar e a Polícia Judicial. Na sequência, o homem teria jogado a mochila sobre o ponto de ônibus antes de ser abordado pelos policiais.
A ocorrência passou a ser tratada dentro dos protocolos da Operação Petardo, procedimento utilizado para situações que envolvem suspeita de artefatos explosivos. O perímetro no entorno do Supremo foi interditado para garantir a segurança durante a inspeção.
O Esquadrão Antibombas da PMDF chegou ao local por volta das 20h30 e iniciou a análise do conteúdo da mochila. Inicialmente, um trecho da Esplanada dos Ministérios foi bloqueado. Com o avanço da operação, outras vias próximas também foram interditadas, provocando desvios no trânsito.
Até a última atualização, não havia confirmação de que a mochila carregasse explosivos.
O STF informou ainda que nenhum dos ministros estava no prédio principal da Corte no momento do incidente. O edifício abriga, entre outras dependências, o gabinete do presidente do tribunal, ministro Edson Fachin.
Durante toda a ocorrência, policiais militares e agentes da Polícia Judicial permaneceram na região para garantir o cumprimento dos procedimentos de segurança.
O episódio aconteceu três dias antes do primeiro turno das eleições gerais, previsto para este domingo (4).