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Trump diz que “talvez seja melhor não fazer um acordo” com o Irã

Presidente dos EUA demonstra insatisfação com proposta de Teerã e cita opção militar.

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  • Donald Trump afirma que pode não fazer acordo com o Irã se as negociações não avançarem.
  • O presidente dos EUA criticou a proposta mais recente apresentada por Teerã e disse que considera limitadas as opções dos Estados Unidos.
  • As negociações diplomáticas seguem em andamento, mas enfrentam obstáculos significativos no conflito envolvendo EUA, Israel e Irã.
  • O impasse nas tratativas para encerrar o atual conflito no Oriente Médio continua a aumentar as incertezas sobre uma possível resolução.
Donald Trump | Foto: Anna Moneymaker/Getty Images
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (1º) que pode ser “melhor não fazer acordo nenhum” caso as negociações com o Irã continuem sem avanços. A declaração ocorre em meio ao impasse nas tratativas para encerrar o atual conflito no Oriente Médio.

“Francamente, talvez seja melhor não fazer acordo nenhum. Quer saber a verdade? Porque não podemos deixar isso continuar”, disse Trump. “Já está durando tempo demais.”

Mais cedo, em entrevista à CNN, o presidente demonstrou insatisfação com a proposta mais recente apresentada por Teerã. Antes de embarcar para a Flórida, ele afirmou que considera limitadas as opções dos Estados Unidos diante do cenário atual.

“Ou vamos lá e simplesmente bombardeamos até o fim, resolvendo isso de uma vez? Ou tentamos chegar a um acordo?”, declarou a jornalistas.

Escalada no Oriente Médio

O conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã teve início em 28 de fevereiro, após um ataque conjunto que resultou na morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, em Teerã.

Segundo autoridades americanas, a ofensiva também atingiu integrantes de alto escalão do regime iraniano, além de estruturas militares, incluindo navios, sistemas de defesa aérea e aeronaves.

Como resposta, o Irã realizou ataques em diversos países da região, como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã. O governo iraniano afirma que os alvos são interesses ligados aos Estados Unidos e a Israel nesses territórios.

As negociações diplomáticas seguem em andamento, mas ainda enfrentam obstáculos significativos, aumentando as incertezas sobre uma possível resolução do conflito.

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