O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, comentou nesta quarta-feira (1º) o lançamento da pré-candidatura do médico Vinícius Dias a deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores (PT). A declaração ocorre em meio à reorganização das chapas proporcionais no Piauí, após mudanças no cenário político.
Segundo o ministro, a entrada do filho na disputa foi condicionada à necessidade do grupo político, e não a uma decisão individual isolada.
Candidatura condicionada a consenso
Wellington Dias afirmou que, desde o início, deixou claro que a participação de Vinícius só ocorreria em um contexto de construção coletiva:
"Eu tinha dito desde o início que ele somente seria candidato se fosse para uma solução. Foi assim que ele se colocou, e eu tinha que respeitar. Ou seja, agora, o presidente Fábio Novo comunicou a ele e a mim que tem vaga. Agora, ele vai se apresentar formalmente à direção do partido esta semana."
Articulação para formação de chapas
O ministro também destacou o esforço para consolidar as chapas da federação e dos partidos aliados até o início de abril. A estratégia envolve não apenas o PT, mas também legendas que compõem a base governista no estado.
"Com isso, a gente está trabalhando para, até o dia 4, ter a chapa da federação completa: o Partido dos Trabalhadores, o PC do B, o PV, assim como as organizações das chapas com o MDB, o PSD, aqui também com a presença do Republicanos, garantindo que, com isso, a gente tenha o que eu chamo de time base, para entrar em campo com o governador Rafael, com o presidente Lula, com o senador Marcelo Castro, o pré-candidato a senador Júlio César, para que a gente possa, nesse diálogo, tratar do plano, da carta de compromisso com o Piauí, que eu digo: é o mais importante."
Discurso centrado na população
Ao comentar o cenário eleitoral, Wellington Dias enfatizou que o planejamento político deve estar alinhado às demandas da população piauiense.
"Tudo é preciso fazer olhando, não é, sempre sua excelência, o povo."