O caso que levantou dúvidas
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A morte de um menino em um hospital de Manaus após receber adrenalina por via intravenosa gerou questionamentos imediatos sobre prescrição, protocolos e como erros desse tipo ainda podem ocorrer. A situação chamou atenção por envolver um medicamento amplamente conhecido, mas classificado entre os de maior risco quando utilizado de forma inadequada.
A médica responsável assumiu ter cometido um erro de prescrição e relatou o ocorrido ao próprio hospital. Segundo disse, sua orientação verbal havia sido para o uso por nebulização, não pela veia. A divergência entre o que foi prescrito e o que foi executado tornou o episódio ainda mais delicado.
O caso trouxe à tona a importância da comunicação clara entre equipes médicas, especialmente em situações de atendimento rápido, onde detalhes podem definir o desfecho clínico. Especialistas reforçam que, quando se trata de medicações de alta vigilância, qualquer falha na cadeia de segurança pode resultar em consequências fatais.
A repercussão nacional também despertou debates sobre protocolos internos, treinamentos e a necessidade de duplas checagens para prevenir erros semelhantes. Para muitos profissionais, o episódio representa um alerta crítico para hospitais de todo o país.