País começará a imunizar profissionais de saúde com a vacina desenvolvida pela Pfizer/BioNTech nos próximos dias.
O governo já solicitou que fabricantes de equipamentos médicos aumentem a produção de seringas especializadas.
Além da Pfizer, na semana passada, a Fiocruz já solicitou o registro definitivo da vacina de Oxford no país. Os dados estão sendo analisados pela agência desde então.
Ministério da Saúde mostrou interesse em comprar 10 milhões de doses da vacina russa. Imunizante ainda não obteve da Anvisa a aprovação do pedido de uso emergencial.
Análise inicial foi feita com quase 20 mil participantes; monitoramento continua.
Em rápido pronunciamento, ele prometeu vacinar milhões de pessoas nos EUA em 100 dias
O Reino Unido garantiu, por meio de contratos, pelo menos 17 milhões de doses da vacina da Moderna.
A primeira morte pela doença no país aconteceu em fevereiro do ano passado
Segundo Pazuello, toda a produção do Butantan será incorporada ao Plano Nacional de Imunização, para distribuição em todo o país.
Sandra Lindsay foi a 1ª enfermeira a tomar a vacina nos EUA em 14 de dezembro e completou a imunização nesta segunda. Ela trabalha na UTI de um hospital em Nova York.
Idoso de 82 foi o primeiro a receber o imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford em parceira com a farmacêutica AstraZeneca.
Profissional de saúde está assintomático e só recebeu 1ª dose
As doses da vacina da Moderna contra a Covid-19 começaram a ser distribuídas nos Estados Unidos.
Países estão usando as vacinas da Pfizer/BioNTech, Moderna, Sputnik V, Sinovac e Sinopharm.
Os fabricantes de medicamentos esperam obter os registros necessários na Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Esta é a segunda vacina aprovada pelos britânicos; a primeira foi a da Pfizer.
Ela recebeu o imunizante desenvolvido pela empresa americana Moderna num centro médico da capital Washington.
Ação ocorre um dia após União Europeia iniciar campanha de vacinação.
Moradores de asilos para idosos e profissionais de saúde são os primeiros a receber a injeção.
Os pacientes prioritários são moradores de asilos de idosos e profissionais de saúde. Europa usa a vacina desenvolvida pela Pfizer e BioNTech para combater a epidemia.
O monitoramento é feito pela Universidade de Oxford, no Reino Unido
Reuven Rivlin, de 81 anos, foi um dos imunizados. Expectativa é vacinar 60 mil pessoas por dia, com 2 milhões imunizadas até o fim de janeiro.
O imunizante, o segundo aprovado no país, poderá ser aplicado em maiores de 18 anos
A análise foi feita com 22.714 participantes