O primeiro óbito pela doença no país em 2021, de um idoso de 80 anos, foi confirmado na última terça-feira (13).
A decisão do plenário prescindiu da manifestação de voto da maioria dos ministros
O número de óbitos disparou 353% entre pessoas de 30 a 39 anos, e 419% na faixa etária dos 40 a 49 anos
Foram mais de 168 mil novos casos nas últimas 24 horas, e agora o total de infectados é de 13,52 milhões, contra 13,48 milhões do Brasil.
O total de vítimas é de 351.334, segundo boletim do Ministério da Saúde divulgado hoje.
Os números de casos da Covid-19 continuam altos no Piauí, embora haja tendência de estabilidade.
O Conselho Federal de Medicina (CFM), por exemplo, aponta uma queda de 83% no número de médicos mortos em março
O suicídio é um fenômeno multifatorial, mas que pode ser prevenido
Em poucas horas da postagem na rede social, gerou-se uma onda de comentários de seguidores ovacionando o ex-gestor e pedindo a sua volta à vida pública
A economia encolheu 1,5% no primeiro trimestre de 2020.
Dados mostram que a média das pessoas que perderam a vida para a doença no Piauí caiu cinco anos.
O número de infectados pela covid-19 foi para para 12.984.956 desde março de 2020
Estudo projeta que até 4 de maio o país salte das quase 331 mortes para mais de 436 mil.
A paralisação temporária de parte da indústria piora a perspectiva para o desempenho da economia brasileira em 2021.
O número de mortes desta sexta registra o quarto maior número de vítimas já computado pelo ministério em um intervalo de 24 horas.
Este é o terceiro maior número de vítimas já computado pelo ministério em um intervalo de 24 horas. O recorde (3.869) foi verificado ontem (31).
Ao todo, 321.886 pessoas morreram vítimas da doença desde o início da pandemia no país.
Com os registros, 317.646 vidas já foram perdidas para a doença.
Em 2021, todos os setores registraram saldo positivo, com destaque para o comércio que sozinho gerou 935 vagas.
A tese que liga lockdown a aumento de doenças mentais é defendida pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que usa essa e outras justificativas econômicas para resistir à necessidade de firmar decretos que fechem o comércio e reduzam a circulação de pessoas pelas ruas.