O presidente reforçou ainda que, se depender dele, a vacinação não será obrigatória no país
Por unanimidade, os dois imunizantes são os primeiros autorizados no Brasil
Presidente pediu ao governo de Benjamin Netanyahu envie “materiais de combate” ao coronavírus ao país, pela crise da falta de cilindros de oxigênio no Amazonas.
Sistema de saúde do Amazonas vive colapso com recordes de internação devido ao alto contágio do novo coronavírus e a falta de cilindros de oxigênio nos hospitais. Governo do Paraná fala em 61 bebês que precisam ser transferidos.
Presidente também lembrou que as Forças Armadas estão mobilizadas na região para dar assistência ao sistema público de saúde
Dois aviões da FAB fizeram o transporte do material para ajudar os hospitais da capital do Amazonas, que entraram em colapso após recorde das internações por Covid-19 .
O objetivo é frear a contaminação com a aplicação de pelo menos uma dose do imunizante
Segundo Pazuello, toda a produção do Butantan será incorporada ao Plano Nacional de Imunização, para distribuição em todo o país.
Ministro da Saúde fez pronunciamento em rede nacional de televisão nesta quarta-feira (6)
Primeira mulher à frente da associação, Teresa Vendramini diz que queimadas são caso de polícia
Thiago Andrade de Souza, do Movimento São Paulo Conservador, pregava tratamento não eficaz por cientistas
Gestor da cidade entre 2009 e 2017, bacharel em direito toma posse na manhã desta sexta (1º). Vereadores também serão empossados.
O Ministério da Saúde já havia apresentado uma versão do material na semana passada.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) compareceu à cerimônia — tanto ele quanto o apresentador foram fotografados sem máscaras
Vacinação no Brasil deve ser concluída em 16 meses – quatro meses para vacinar grupos prioritários e 12 meses para imunizar a "população em geral".
Previsão inicial era de que documentos fossem entregues à Agência até dia 15 de dezembro. Dados sobre eficácia da vacina e demais informações a respeito dos testes feitos no Brasil devem ser enviado no dia 23.
Mudança ocorre após Álvaro Antônio acusar ministro da Secretaria do Governo de pedir a Bolsonaro para entregar cargo ao Centrão, em troca da negociação de apoio na eleição para a presidência da Câmara.