A execução de Gritzbach teria sido planejada, conforme apurações iniciais, com os assassinos aparentemente cientes do local exato do desembarque
Ele assinou um acordo com o Ministério Público de São Paulo e entregou supostos esquemas da facção Primeiro Comando da Capital (PCC).
Em uma entrevista concedida em fevereiro, sete meses após deixar a prisão, o empresário apresentou seu apartamento de alto padrão em São Paulo
A polícia considera essa versão suspeita, pois, dado o alto risco que o empresário enfrentava por ser delator,
Vinícius Lopes Gritzbach, réu por lavagem de dinheiro do PCC, foi executado a tiros no Aeroporto de Guarulhos. Ele ajudou a facção a lavar R$ 30 milhões e estava colaborando com o Ministério Público.
Pelo menos outras pessoas três pessoas também foram atingidas. A vítima seria o empresário Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, que teria mandado matar dois integrantes do PCC.