Bolsonaro também pediu desculpas pelas denúncias sem provas ao ministro Alexandre de Moraes.
A prioridade da ministra para este ano é o enfretamento da desinformação e do uso indevido de inteligência artificial (IA) nas Eleições Municipais de 2024.
Ex-ministro da Educação no governo Bolsonaro é alvo de apuração interna na Unifesp por abondo ao cargo
As alianças foram quebradas, sobretudo, depois que o ex-presidente não conseguiu se reeleger
O ex-aliado anteriormente também defendeu aqueles que optaram por não escolher entre Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante as eleições de 2022.
Weintraub tem lançado críticas ácidas contra o ex-presidente, especialmente agora que Bolsonaro está enfrentando múltiplas investigações policiais.
Uma investigação interna aponta que o casal possui faltas não justificadas e abandono de cargo
Abraham Weintraub segue tecendo críticas ferrenhas ao líder da extrema-direita nacional.
Com uma postura crítica a Jair, Abraham Weintraub verbalizou que 'mais podres' surgirão e fez uma previsão
No Twitter, Abraham tem criticado constantemente Bolsonaro e seus apoiadores.
Bolsonaro enfrenta diversos processos na Justiça, incluindo investigações sobre crimes comuns supostamente cometidos durante seu mandato.
Weintraub afirmou que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) foi a primeira pessoa a se comportar de forma subserviente e a proferir discursos sem sentido.
Ex-ministro da Educação garante ter 15% do eleitorado no 1º turno
Entre junho de 2021 e maio deste ano, os 19 batalhões registraram 41 mortes por intervenção policial —contra 207 nos 12 meses anteriores ao início do programa
A PF também cumpre mandados de busca e apreensão em endereços de Ribeiro e dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos.
Num cenário estimulado sem França, Haddad marca 37%, contra 12% de Tarcísio, ex-ministro do presidente Jair Bolsonaro (PL), e 8% de Rodrigo
Ambos os candidatos estão atingindo 20% das intenções de voto
Ministro da Educação diz que crianças "não leem, mas sabem colocar camisinha"
Mudança ocorre após Álvaro Antônio acusar ministro da Secretaria do Governo de pedir a Bolsonaro para entregar cargo ao Centrão, em troca da negociação de apoio na eleição para a presidência da Câmara.
Secretário publicou mensagem afirmando que declinou do convite feito pelo presidente.