A informação foi entregue ao STF pela Advocacia-Geral da União (AGU) em resposta a um pedido do ministro Ricardo Lewandowski
Testes de eficácia atingiraram patamar ideal, segundo governo de São Paulo
Agência disse que não terá folga de Natal e Ano Novo
Previsão inicial era de que documentos fossem entregues à Agência até dia 15 de dezembro. Dados sobre eficácia da vacina e demais informações a respeito dos testes feitos no Brasil devem ser enviado no dia 23.
Documento entregue ao STF cita Coronavac e fala em 108 milhões de doses para população prioritária.
A agência ainda não recebeu nenhum pedido de uso emergencial e nem pedido de registro de vacinas.
O painel da FMS revela ainda que, dentre os casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus, 54,94% são do sexo feminino e 45,06% do sexo masculino.
O governador do Piauí, na posição de presidente do Consórcio Nordeste, pedirá à Anvisa que autorize o uso da vacina no Brasil.
O fungo é resistente a medicamentos e é responsável por infecções hospitalares, segundo relatório da Anvisa
A extensão vale por quatro meses a partir do vencimento original dos testes
Ministro da Saúde se reuniu com governadores nesta terça-feira (8)
Cronograma de aplicação da CoronaVac foi divulgado nesta segunda (7).
Vacina desenvolvida por laboratório chinês em parceria com o Butantan está na terceira fase de teste, em que a eficácia precisa ser comprovada antes de ser liberada pela Anvisa. Governo prevê início da campanha em janeiro, com profissionais de saúde e pessoas acima dos 50 anos
A vacina ainda está na terceira fase de teste, em que a eficácia precisa ser comprovada antes de ser liberada pela Anvisa
O governador Wellington Dias explicou que a vacinação será gratuita e caso haja problemas com o fornecimento em âmbito federal, o Estado vai adquirir os imunizantes.
Segundo o secretário de Vigilância em Saúde, um dos pontos é que a vacina seja termoestável
A nota foi divulgada pela Anvisa após entrevista de João Doria (PSDB), governador de São Paulo
A vacina é a quarta no mundo a apresentar resultados preliminares de eficácia
Vacina produzida por laboratório chinês em parceria com o Instituto Butantan ainda não teve autorização para ser aplicada no Brasil e está na 3ª fase de testes, que analisa a eficácia após aplicação em milhares de voluntários.
Presidente disse que autorizaria a compra da vacina caso haja comprovação da sua eficácia pela Anvisa e se o preço for acessível.