O Ministério da Saúde informou que a expectativa é imunizar 109,5 milhões de pessoas em 2021.
Vice-presidente não mencionou a vacina de qual fabricante será utilizada e nem detalhou o plano de imunização
A vacina é desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido
Texto vai ao Senado e tem de ser aprovado até esta quinta para não perder validade.
A adoção do projeto ocorre duas semanas depois de o primeiro-ministro japonês declarar que o país está em "alerta máximo"
O acordo para essa vacina, fechado por R$ 1,9 bilhão, prevê a chegada de 100 milhões de doses no primeiro semestre
A imunização de grupos prioritários será feita conforme a disponibilidade do produto.
O governador Wellington Dias explicou que a vacinação será gratuita e caso haja problemas com o fornecimento em âmbito federal, o Estado vai adquirir os imunizantes.
Além de quantidade insuficiente, grupos não contemplados nas pesquisas de imunizantes para Covid-19 devem ficar de fora, como gestantes e crianças.
A vacina é a quarta no mundo a apresentar resultados preliminares de eficácia
Eficácia maior foi vista com dose menor; análise foi feita depois de 131 casos da doença entre os voluntários. Não houve nenhum caso grave da doença entre os que tomaram a vacina.
O exame toxicológico detectou a presença de álcool no sangue, grande quantidade de sedativos e um analgésico cirúrgico cem vezes mais potente que a morfina.
A decisão foi tomada após um parecer técnico de um comitê independente internacional.
Se autorizada, o número de doses da vacina será inicialmente limitado.
A Fiocruz vai fabricar a vacina da Universidade de Oxford com a biofarmacêutica AstraZeneca quando ela for aprovada.
O objetivo é agilizar as avaliações de remédios ou vacinas promissores durante uma emergência de saúde pública.