O petista declarou na entrevista ainda que Bolsonaro "vai acabar com o país"
O presidente disse, no entanto, que se a decisão judicial que garante a divulgação for mantida, não terá alternativa
É a primeira vez que mais da metade dos entrevistados apoia um impedimento do presidente, segundo Pesquisa Atlas Político
Presidente fez pronunciamento no Planalto na tarde desta sexta-feira (24)
A demissão foi motivada pela decisão de Bolsonaro de trocar o diretor-geral da Polícia Federal
O comentário do presidente foi feito em uma publicação em sua página no Facebook.
Estado tem pior taxa de incidência e de mortalidade por milhão de habitantes, segunda pior taxa de infecções do país e mortalidade acima da média nacional, o que levou seu sistema de saúde à beira do colapso.
As regras que impuseram a quarentena para quem pode ficar em casa foram um dos motivos de divergência entre o presidente e o ex-titular da Saúde Luiz Henrique Mandetta.
Nesta segunda, presidente disse que 'não tem que fechar nada'.
Ato pedia intervenção militar e fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF). Agressões começaram depois que uma mulher tirou a roupa.
O discurso do presidente aconteceu em frente ao Quartel General do Exército
Novo ministro da Saúde também disse que uma de suas primeiras ações vai ser integrar informações de ministérios no combate à pandemia.
"O teste em massa não quer dizer que você vai testar todo mundo. Porque, se a gente fala da Coreia do Sul, por exemplo, que fez testes, ela testou menos que a Itália", declarou
Termo foi assinado por intermédio do Ministério Público com a Kalor Produções
O presidente fez um pronunciamento nesta quinta-feira (16) no Palácio do Planalto
O médico oncologista Nelson Luiz Sperle Teich foi escolhido por Jair Bolsonaro como o novo ministro da Saúde, substituindo Luís Henrique Mandetta.