A mãe do Henry, Monique Medeiros e o padrasto, o vereador Dr. Jairinho, foram indiciados pela 16ª DP (Barra da Tijuca) por homicídio duplamente qualificado
Em nova carta, Monique conta o que teria acontecido nos dias que se seguiram à morte de Henry.
A menina e o menino, que também teriam sido vítimas de violência praticada por Dr. Jairinho, têm 13 e 8 anos de idade, respectivamente
A troca de mensagens entre as duas, que são primas, foi recuperada no celular da professora pela Polícia Civil.
As denúncias enviadas ao MPRJ mostram que Dr.Jairinho e Monique tiveram tratamento privilegiado na prisão
Thayná Oliveira Ferreira disse ainda que a empregada da casa, Leila Rosângela, a Rose, também mentiu. A babá prestou novo depoimento, por mais de sete horas, nesta segunda-feira.
O acusado teria cometido o crime por não aceitar que a vítima se relacionasse com outro homem.
A prova mais contundente até agora, segundo a polícia, foi encontrada durante a perícia no telefone de Monique
Monique Almeida está isolada e tomando remédios controlados. O casal está isolado por 14 dias por causa da Covid
Mesmo após quarentena na prisão, mãe de Henry permanecerá isolada das outras detentas; veja a cela onde Monique está
Delegado Antenor Lopes afirmou que software foi fundamental para a prisão de Dr. Jairinho e Monique Medeiros
O casal foi preso e indiciado por homicídio duplamente qualificado.
"Deu uma banda e chutou ele", disse em uma das mensagens encaminhada à mãe do menino
Segundo a polícia, garoto sofreu sessões de tortura semanas antes da morte da criança.
. Ainda segundo as investigações, a mãe de Henry, Monique Medeiros, sabia de agressões. Jairinho teria se trancado no quarto para bater no menino
Caso Henry: entenda como Dr. Jairinho passou de testemunha a suspeito da morte do menino
O casal é suspeito de atrapalhar as investigações, ameaçar e combinar versões de testemunhas
Dupla foi presa no município de São José de Ribamar, na Região Metropolitana de São Luís. De acordo com a Polícia Civil, casal já havia sido preso em fevereiro por suspeita de praticar o crime.
O casal vivia junto há mais de 10 anos, sendo que a mulher tem 7 filhos, alguns de outro casamento. O acusado não aceitava o fim da relação.
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Segundo polícia, menino tem “uma série de problemas físicos e psicológicos, não tendo condições de se comunicar". Ele foi levado ao Hospital Infantil para uma avaliação, está bem e foi entregue ao Conselho Tutelar.
Na terça-feira (29), o acusado, de 67 anos, foi preso por agentes da Polícia Civil.
O criminoso também a agredia, a mantinha em cárcere privado e a ameaçava de morte caso tentasse ir embora.