Em 1992, quatro pessoas morreram e cerca de outras 160 tiveram sintomas, como náuseas. À época, o Instituto Adolfo Lutz atestou que as bebidas estavam contaminadas pelo produto, que é altamente tóxico.
Marco Aurélio Gonçalves Cotta tinha 65 anos e estava em coma irreversível.
Vítima é um idoso de 89 anos, morador de Belo Horizonte; morte de mulher em Pompéu, na Zona Central de Minas, é investigada.
A ordem foi dada por meio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).