Acordo inicial previa quatro dias de cessar-fogo temporário, com possibilidade de ampliação no prazo caso o Hamas libertasse mais reféns
Acordo previa quatro dias de cessar-fogo temporário, com possibilidade de ampliação no prazo caso o Hamas libertasse mais reféns
Período de quatro dias de cessar-fogo temporário prevê liberação de reféns israelenses pelo Hamas e soltura de detentos palestinos por Israel.
Em 7 de outubro, homens armados do grupo terrorista Hamas atravessaram a cerca da fronteira entre a Faixa de Gaza e Israel, resultando na morte de 1.200 pessoas
O segundo grupo de reféns foi liberado após mediação do Catar, uma vez que o Hamas acusou Israel de não cumprir os termos do acordo de trégua em vigor desde sexta-feira
Na sexta, grupo terrorista soltou 13 israelenses, 10 tailandeses e 1 filipino. Já Israel libertou 39 que estavam presos.
No primeiro dia do cessar-fogo de quatro dias, o grupo extremista Hamas libertou 13 reféns israelenses que estavam detidos em Gaza desde o início da guerra, em 7 de outubro.
Israel deve, liberar pelo menos 39 palestinos, incluindo mulheres e menores de idade, que estão detidos em presídios.
Explosões foram reportadas no território palestino momentos antes da trégua começar
A ajuda humanitária será autorizada a entrar em Gaza assim que a trégua começar
Levantamento conseguiu identificar 210 das quase 240 pessoas sequestradas
Governo afirma que conflito vai continuar até eliminar o Hamas e garantir que não exista nenhuma ameaça para o Estado de Israel vinda de Gaza
No acordo entre o governo de Israel e o Hamas, foi acertado que serão liberadas mulheres e crianças, num grupo de 50 pessoas
A emissora acusou Israel de ter disparado o míssil usando um drone, mas essa informação ainda não foi verificada de forma independente.
Em um vídeo da agência de notícias AFP no local, é possível ver diversos corpos e pessoas feridas ao lado de uma ambulância danificada.
Governos estrangeiros dizem que há em Gaza cidadãos de 44 países, bem como trabalhadores de 28 agências
Secretário de Estado dos EUA e líder do grupo libanês Hezbollah defenderam nesta sexta-feira (3) pacificação em Gaza
Afirmação foi publicada pelo jornal russo Kommersant e divulgada pela agência Reuters
O Hamas apontou Israel como responsável pelo ataque e chamou o ato de "genocídio". O país, por sua vez, acusou a Jihad Islâmica, que também negou envolvimento
Além de sua chegada a Tel Aviv, Blinken tem planos de viajar para a Jordânia, onde pretende se reunir com líderes regionais.
A declaração veio dois dias após ataque surpresa do Hamas, que aconteceu no último sábado (7).