Sara foi encontrada carbonizada na sexta-feira (27) em Dias d’Ávila (BA), e o acusado preso no sábado (28) após confessar o crime.
A pastora e cantora gospel Sara Mariano foi encontrada morta e carbonizada na última sexta-feira (27) às margens da rodovia BA-093, em Dias d’Ávila (BA).
O criminoso foi preso na madrugada deste sábado (28), após confessar ter cometido o crime contra a vítima.
O caso ocorreu na última segunda-feira (28). Após o crime, um dos envolvidos foi preso, e outros dois morreram em confronto com policiais civis.
Os suspeitos foram localizados em uma área de mata pelas equipes do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom).
Os dois imóveis onde os corpos foram encontrados ficam próximos
O homem auxiliou no sequestro e na morte de Vitória ao lado da irmã Paula Custódio Vasconcelos e da sobrinha, de 14 anos, ex-namorada da professora
De acordo com as autoridades francesas o incidente deixou cerca de onze pessoas mortas.
Nos Estados Unidos, navio de carga foi completamente consumido pelas chamas.
A irmã do namorado de Gleicimar, que é vizinha do local em que ela foi encontrada, relatou ter ouvido gritos de socorro e que suspeitou que eram da cunhada.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima estava sozinha em casa com outros três irmãos pequenos, que sobreviveram.
Fernando da Conceição atacou Maria com golpes de faca e em seguida colocou fogo no colchão em que ela estava.
Após cometer o crime, o suspeito tentou suicídio cortando os pulsos, mas foi preso em flagrante pela polícia.
Quase quatro anos depois do caso, o suspeito de ter esfaqueado e queimado viva a namorada, está sendo julgado no tribunal.
Segundo a Polícia Civil, ele assassinou as próprias filhas para vingar uma suposta traição da esposa.
Os dois estavam na casa de Victor quando vizinhos ouviram gritos e dois disparos de arma de fogo e acionaram a polícia neste domingo (25).
As vítimas não foram reconhecidas, mas o delegado Ricardo Viana, afirmou que os corpos são de duas mulheres (uma delas adolescente) e um homem.
Marcos Antônio Lopes chegou a ser apontado por um dos suspeitos como mandante do crime; é o primeiro identificado dos sete corpos relacionados ao caso.
Para ajudar no entendimento do caso, o Metrópoles fez uma linha do tempo, que se inicia na quinta-feira (12/1)
Segundo Polícia Civil do DF, suspeito preso nesta terça-feira (17) confessou que recebeu dinheiro para cometer crimes
De acordo com a Polícia Civil, os corpos foram totalmente queimados e ainda não puderam ser identificados. Corporação ainda informou que ainda não há suspeitos do crime
A Polícia Civil concluiu que a motivação do crime teve relação com o canto de um pássaro que ele acreditava "sinalizar a morte".
O corpo da criança foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). A mulher foi presa e apresentada na Delegacia Regional de Imperatriz.
De acordo com a Polícia Militar (PM), ainda não se sabe se o bebê nasceu vivo e com quantos meses de gestação a mulher estava
A segunda maior tragédia carcerária do Brasil, episódio que ficou conhecido como "Massacre do Presídio de Altamira"