Presidente também lembrou que as Forças Armadas estão mobilizadas na região para dar assistência ao sistema público de saúde
Capital do Amazonas, que vive um colapso na saúde em razão da pandemia da covid-19.
O Norte do país é a que aparece no topo do ranking nacional.
Dois aviões da FAB fizeram o transporte do material para ajudar os hospitais da capital do Amazonas, que entraram em colapso após recorde das internações por Covid-19 .
A aeronave não decolou por falta de oxigênio suficiente para a remoção dos pacientes com segurança
"Eles não estão vindo com pé na cova. Estão vindo por segurança caso em Manaus falte oxigênio para eles”, disse o superintendente do Hospital Universitário (HU), Paulo Márcio.
Anteriormente, a chegada dos pacientes no Aeroporto Senador Petrônio Portella estava prevista para às 13 horas, segundo a Fundação Municipal de Saúde (FMS). Nova previsão é para às 18 horas desta quinta (14).
Informação foi passada pelo secretário estadual da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn.
O instituto já havia anunciado que a vacina atingiu 78% de eficácia em casos leves e 100% em casos graves e moderados, mas ainda não havia anunciado a eficácia global, que aponta a capacidade de proteger em todos os casos.
Decisão também cita cuidados pessoais dos candidatos para evitar contaminação
O objetivo é frear a contaminação com a aplicação de pelo menos uma dose do imunizante
Eficácia global aponta a capacidade da vacina de proteger em todos os casos.
Dados preliminares são da última fase de testes. No Brasil, eficácia foi de 78% para casos leves e de 100% contra mortes, casos graves e internações.
Agência Nacional de Vigilância Sanitária diz que já iniciou a triagem da documentação entregue.
A primeira morte pela doença no país aconteceu em fevereiro do ano passado
Além disso, o Imunizante evita 100% de casos moderados e graves da doença nos pacientes.
Os dados são do 13º Boletim Epidemiológico do hospital, divulgado nesta quarta-feira (6).
Sandra Lindsay foi a 1ª enfermeira a tomar a vacina nos EUA em 14 de dezembro e completou a imunização nesta segunda. Ela trabalha na UTI de um hospital em Nova York.
Imunizante está na fase três de testes na Índia e depende de aprovação da Anvisa para uso no Brasil.
Natural de Xangai, Zhang Zhan viajou em fevereiro a Wuhan, cidade epicentro da pandemia, para fazer reportagens sobre os casos da doença e a situação dos hospitais.