O processo, que envolve o chamado “núcleo crucial” da tentativa de ruptura democrática em 2022, é acompanhado de perto por todo o país.
Ainda conforme a ata, Bolsonaro afirmou que começou a tomar o medicamento cerca de quatro dias antes dos fatos que resultaram na sua prisão.
A prisão de Bolsonaro é preventiva, o que significa que não tem prazo definido.
O procedimento é obrigatório, mesmo quando a prisão é determinada pelo STF.