Pelo menos 66 civis morreram em combates entre rebeldes e tropas oficiais
O jornalista pernambucano Klester Cavalcanti, 42 anos, passou sete dias preso na Síria.
Jihad Makdesi, negou a responsabilidade pelo massacre e culpou "terroristas"
Violência continua após um mês da fracassada trégua imposta pela ONU.
Prédios atingidos eram usados pelo regime para combater os rebeldes sírios
O número de vítimas ainda não é definitivo e pode aumentar.
Líbia anunciou a apreensão de armas destinadas à rebelião síria
Os bombardeios estão caindo sobre a cidade de maneira mais intensa que nos últimos dias, disse seu coordenador, Jaafar al-Jeir.
A situação geopolítica da Síria está de uma forma que qualquer erro pode ter consequências inimagináveis na região e no mundo.
Se confirmadas as mil mortes, elas seriam equivalentes a 10% do total de mortes na revolta popular síria, iniciada em março de 2011.
Segundo fontes da oposição ouvidas pela Reuters, 21 pessoas morreram em todo o país, na maioria civis.
Oposição condiciona negociação à retirada de artilharia pesada.
As ações foram qualificadas de "terroristas" pelas autoridades locais.
Os dois jornalistas morreram em 22 de fevereiro no bombardeio de um apartamento.
Peito de frango com crosta de frutas secas
"Os Estados ocidentais, ao incitar os opositores sírios a realizar ações intransigentes (...) são cúmplices de atiçar a crise", declarou Riabkov
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A lei prevê a pena capital aos que abasteçam com armas ou contribuam para isto, com o objetivo de cometer atos terroristas
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Além disso, "duas pessoas morreram em Dael (sul) e uma em Duma (15 km ao norte de Damasco) vítimas de disparos das forças de segurança.
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