Na última semana, a Strans bloqueou o uso dos ControlCit (máquina usada para o cartão de vale transporte e estudantil dos passageiros) nas vans, desencadeando uma série de protestos entre os permissionários.
As ordens de serviço serão entregues com o roteiro que deverá ser seguido pelos ônibus cadastrados
A categoria se reuniu em uma assembleia nesta manhã (27), na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários (Sintetro), e decidiu por unanimidade parar por tempo indeterminado.
O prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, informou que tem um plano ‘B’ caso a greve seja confirmada.
Diante do atual cenário, a provável saída seja uma nova greve entre os servidores na capital, segundo membros do Sintetro.
Mais uma paralisação do transporte público no Centro da capital: motoristas e cobradores reivindicam a assinatura da convenção coletiva.
O órgão ressaltou ainda que a data base de assinatura de uma eventual convenção coletiva está prevista somente para janeiro de 2022
A manifestação ocorre em virtude do Sindicato das Empresas de Transporte Urbano (Setut) não ter assinado a convenção coletiva da categoria.
O ato busca a assinatura da convenção coletiva 2022, onde prevê alguns direitos dos servidores, como auxílio-alimentação e plano de saúde.
O movimento acontece no mesmo dia em que o transporte coletivo público de Teresina também paralisará as atividades entre seus servidores.
O movimento grevista dos motoristas e cobradores do transporte público de Teresina durou 36 dias. Com a decisão, a frota de ônibus deve retornar imediatamente na capital.
Por todo o mês de fevereiro, as partes se reuniram para que pudessem chegar a um acordo, mas sem sucesso.
Ao Meionorte.com, Vinicius Rufino, coordenador técnico do SETUT, informou que após a avaliação do retorno da demanda e, consequentemente, da arrecadação, poderia se pensar em uma melhor proposta para a categoria.
A expectativa do sindicato é de que o impasse com o setor empresarial seja resolvido para que os ônibus possam voltar a circular.
A discussão será realizada na sede do sindicato, com o intuito de analisar a proposta de repasse da prefeitura de R$ 1,5 milhão para as empresas de ônibus, como parte do subsídio para esses trabalhadores.
Diretor afirma que contrato garante repasses como subsídios para reparar danos da pandemia.
A categoria está há 4 dias em greve e cobra o pagamento de salários atrasados e assinatura da convenção coletiva de trabalho
O movimento entrou em seu terceiro dia nesta quarta-feira (10).
Greve segue pelo seu segundo dia sem avanço nas negociações. Juiz quer circulação de 70% da frota nos horários de pico em Teresina.
Essa já é a quarta paralisação da categoria somente neste ano. No entanto, a greve vigente tem a adesão do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários (Sintetro).
Com multa no valor de R$ 50 mil por dia descumprido, a ação ajuizada foi solicitada pela STRANS, para manter um percentual mínimo de veículos para a população. Além disso, o órgão cadastrou mais ônibus para suprir a necessidade dos usuários do sistema.