Correios entrarão em greve a partir de 30 de janeiro
Wellington pede a ministros aumento de 8% para bancários
Cleide Coutinho denuncia falta de estrutura do Hospital Aquiles Lisboa
As manifestações começaram na segunda-feira (1º), e muitas estradas estão bloqueadas desde então
Corta o ponto, Firmino!
Justiça assegura matrícula de aluna da UFPI em segundo curso superior de institu
Policiais de três cargos da PF estavam parados há mais de dois meses. Em SP, MG e DF, trabalho deve ser retomado já nesta segunda
Policiais de três cargos da PF estavam parados há mais de dois meses.
Até segunda (15), sindicatos nos estados terão realizado assembleias. Recomendação da Federação Nacional é de encerramento da greve.
“Há um sistema político ruralista no Brasil”, afirma autor do livro Partido da Terra
O mesmo número de institutos federais decidiu voltar às aulas.
Ministério do Planejamento ouviu sindicalistas durante o fim de semana. Governo deu prazo até terça para grevistas aceitarem reajuste de 15,8%
Apenas duas categorias sinalizaram que devem aceitar reajuste fatiado de 15,8%.
Para evitar constrangimentos à presidente Dilma Rousseff mandou encurtar a parada do Dia da Pátria para apenas duas horas.
Os técnicos administrativos das federais aprovaram a proposta de reajuste de 15,8%.
Professores e técnicos administrativos das universidades federais não serão atingidos pelo corte
Dilma disse ainda que pretende reduzir tributos pagos pelo setor
Greve dos professores da UFPI continua; haverá manifesto na segunda
O advogado-geral da União completou que os direitos dos grevistas não estão acima dos direitos da população
Sindicatos pedem reabertura das negociações sobre salário e carreira
Termina no dia 31 de agosto o prazo para incluir reajustes com pessoal
Onda de greves se alastra e desafia governo Dilma
Docentes das universidades federais estão parados há mais de dois meses
Segundo entidades ligadas aos grevistas, ao menos 300 mil servidores estão parados.
Nesta semana, a gestão Dilma apresentou a segunda versão de reajustes, que vão de 25% a 40% até 2015.