O Fórum Esfera Brasil 2026 revela a inquietação de empresários que buscam uma terceira via, rejeitando Lula e Flávio Bolsonaro
O Instagram hoje foi tomado por homenagens, nesta quarta-feira (12), na data mais romântica do ano
Este é o retrato da polarização que cindiu a sociedade brasileira desde o começo da campanha eleitoral deste ano.
No entanto, parte do debate está restrita aos bastidores, enquanto sobrevivem os últimos esforços para colocar de pé uma chapa do autodenominado centro democrático.
O petista aparece à frente do mandatário tanto na pesquisa estimulada quanto na espontânea
Partidos do centro ainda buscam unidade em torno de um nome
Luciano Huck revelou no “Conversa com Bial” que votou em branco nas eleições presidenciais de 2018.
“Eu nunca me lancei oficialmente como candidato a nada, para deixar claro, então não estou retirando uma candidatura”, frisou
Se as eleições acontecessem hoje, Lula levaria 34% dos votos válidos enquanto o atual presidente teria 28% dos votos
No Nordeste, Lula tem 61% das indicações de voto, enquanto Bolsonaro atinge 18%
A Havan começou a veicular campanhas publicitárias na Globo para todo o Brasil em setembro de 2018.
Os entrevistados poderiam apontar para o Datafolha múltiplas escolhas, com a possibilidade de rejeitar mais de um possível candidato
Datafolha: levantamento foi realizado com 2.071 pessoas, de forma presencial, em 146 municípios, nos dias 11 e 12 de maio
Aliado do governo, presidente do PP avalia que polarização com o PT aumenta chances de reeleição de Bolsonaro
Como a empresária se tornou o símbolo de união das mulheres no Brasil e tem unido boa parte do PIB em prol de uma única causa.
Com a saída de Faustão da emissora, o apresentador dos sábados sinalizou a amigos que pensa em desistir das eleições
O apresentador aproveitou o sol e, inclusive, fez kite surf
Hamilton, Osaka e outros atletas também são citados
Em entrevista ao Jogo Aberto MN, Radolfe Rodrigues criticou o presidente e apontou a necessidade de uma renda mínima no pós-pandemia e não apenas o auxílio
Em entrevista ao Agora, Gleisi Hoffmann prevê uma crise social no Brasil, com 25 milhões de desempregados