A morte do primo do jogador Sérgio de Rosa Sales, o Camelo, foi o caso mais emblemático
O julgamento de Bruno ocorre quatro meses depois do júri que condenou Macarrão.
Jovem falou ao Fantástico sem o conhecimento do advogado, que se irritou e abandonou sua defesa
Júris de casal e Bola ocorrerão em 4 de março e 22 de abril, respectivamente.
Jimmy Robert responde na justiça por processo por posse de drogas
Vera e o marido, Antônio Gitahy, enterraram Bruno quase dois meses depois, mas, até hoje, não sabem se o corpo pelo qual rezam é mesmo do jovem.
Fernanda é ex-namorada do caso Bruno.
Ao voltar a falar sobre todo o caso, Quaresma fez duras críticas a vários envolvidos.
Contrato do jogador com o Flamengo terminou no dia 31 de dezembro de 2012
A maior pena foi recebida pela sogra da vítima, Delma Freire de Medeiros, apontada como mentora do crime.
Esta é a terceira vez que a defesa do jogador recorre ao órgão.
Os defensores de Bola deixaram o plenário no primeiro dia de julgamento do Caso Eliza Samúdio.
O promotor Henry Vasconcelos espera que a decisão tenha mais clareza nos detalhes da condenação.
"Agora a vaca atolou", diz ex-advogado de Bruno, que prevê pena de até 25 anos para o atleta
A confiança do advogado é tamanha que Pimenta faz inclusive projetos para Bruno em 2014.
O amigo de Bruno foi condenado a 15 anos, sendo 12 em regime fechado.
Macarrão pegar 15 anos por sequestro e morte de Eliza
A expectativa é de que o caso seja julgado em até 10 dias.
Ana Maria Santos dá informações no julgamento do caso, nesta terça (20).
O Sumiço do Cadáver e a Acusação de Homicídio, por Jurandy Porto
No dia 7 deste mês, Bola foi absolvido no julgamento em que respondia pela morte do carcereiro Rogério Martins Novelo
A falta de um corpo que comprove a morte da vítima deve ser a principal arma a ser empregada pela defesa.
Defesa alega falta de acesso a gravações de depoimentos de testemunhas.
Uma pessoa teria vendido a Eliza um passaporte falso por R$ 4 mil em nome de Olívia Guimarães Lima.
Mensagem foi enviada para a defesa do goleiro Bruno Fernandes. Promotor do caso classificou denúncia como ‘galhofa’