Previsão inicial de divulgar eficácia do imunizante no dia 15 de dezembro foi adiada para esta quarta-feira (23) e então anúncio foi postergado novamente. Segundo diretor do Butantan, CoronaVac atingiu eficácia superior ao mínimo recomendado pela OMS.
Segundo o deputado, é necessário debater a obrigatoriedade da vacinação, traçar um planejamento para a execução da vacinação abrangendo a infraestrutura existente, cronograma e recursos do estado.
Vacinação no Brasil deve ser concluída em 16 meses – quatro meses para vacinar grupos prioritários e 12 meses para imunizar a "população em geral".
A informação foi entregue ao STF pela Advocacia-Geral da União (AGU) em resposta a um pedido do ministro Ricardo Lewandowski
Pandemia já provocou morte de mais de 290 mil pessoas nos EUA, que se tornam o sexto país a liberar o imunizante
A vacina ainda está na terceira fase de teste, em que a eficácia precisa ser comprovada antes de ser liberada pela Anvisa
Matéria-prima pode virar até 1 milhão de doses contra a Covid-19.
O acordo para essa vacina, fechado por R$ 1,9 bilhão, prevê a chegada de 100 milhões de doses no primeiro semestre
Plano de vacinação brasileiro não prevê uso de imunizantes que exijam baixíssimas temperaturas de armazenamento, como é o caso do da Pfizer.
O anúncio foi feito durante uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira (23).
O primeiro lote composto por 120 mil doses da CoronaVac chegou hoje de manhã ao Aeroporto Internacional de Cumbica
Vacina produzida por laboratório chinês em parceria com o Instituto Butantan ainda não teve autorização para ser aplicada no Brasil e está na 3ª fase de testes, que analisa a eficácia após aplicação em milhares de voluntários.
Segundo o vice-diretor do instituto Gamaleya, Denis Logunov, existe uma "vasta base de evidências de que a vacina é segura".
A vacinação em massa, prevista para começar em outubro, dará prioridade a profissionais de saúde e professores
Ministério da Saúde divulgou novo balanço na noite desta sábado (15) sobre os casos de coronavírus no Brasil.
Governo divulgou um comunicado neste sábado sobre o inicio da produção. Vacina está sendo desenvolvida sob desconfiança da comunidade científica internacional.
O governo decidiu apostar no estudo elaborado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, em parceria com a farmacêutica AstraZeneca.
Segundo o Ministério da Saúde são 2.912.212casos confirmados
País arcará com custos de parte da pesquisa e poderá produzir e distribuir a imunização caso comprovada eficácia.
A vacina é uma das 141 cadastradas na Organização Mundial de Saúde (OMS) e está entre as 13 que já estão em fase clínica de testes em humanos no mundo. A testagem em profissionais de saúde de São Paulo começou na sexta-feira (19).