Ato aconteceu hoje (5) no Centro do Recife, para pedir justiça para a morte do menino Miguel Otávio Santana da Silva, de 5 anos.
Na quinta-feira, moeda norte-americana fechou em alta de 0,73%, a R$ 5,1297.
Milhares de pessoas se reuniram em homenagem a George Floyd e Adama Traoré, jovem que morreu sob custódia da polícia francesa em 2016. Segundo irmã de Traoré, suas últimas palavras foram as mesmas de Floyd: 'não consigo respirar'.
Ex-segurança negro morreu após ter o pescoço prensado pelo joelho de um policial. Morte gerou protestos que se espalharam pelos EUA e outras cidades no mundo.
Polícia e Guarda Nacional entraram em confronto com manifestantes e realizaram prisões, mas também participaram de momentos emocionantes.
Houve quebra-quebra e incêndios em Washington
Grupos de torcedores de futebol e bolsonaristas brigaram neste domingo (31) na Avenida Paulista, na capital. PM interveio e usou bombas de efeito moral para dispersar manifestantes.
O ato novamente gerou aglomerações desaconselhadas pelas autoridades de saúde devido à pandemia do coronavirus.
Ato organizado por torcidas de futebol na Paulista começou com coros por democracia. Houve encontro e tensão com apoiadores de Bolsonaro. PM entrou entre os grupos e usou bombas de efeito moral para dispersar torcedores, que atiraram pedras e paus.
Ao menos 30 cidades americanas tiveram manifestações pela morte de Floyd, um homem negro que foi asfixiado por um policial branco e depois morreu em Minneapolis. O policial foi detido e acusado de homicídio.
George Floyd foi morto por um policial branco durante uma abordagem policial violenta.
“Não consigo respirar”, implorou George Floyd, enquanto o policial apertava o joelho contra o seu pescoço.
Aeronave partiu da residência oficial e pousou no Planalto. Durante o voo, presidente transmitiu ato por meio de perfil em rede social. Depois, foi a pé até os manifestantes.
De máscara e ao lado dos ministros e de parlamentares, Bolsonaro acompanhou a manifestação do alto da rampa do Planalto.
Veja detalhes de como foi o depoimento do ex-ministro.
Moro deve depor aos delegados, neste sábado (2), sobre as acusações de que o presidente Bolsonaro tentou interferir no trabalho da PF.
O protesto silencioso terminou depois que apoiadores do presidente Jair Bolsonaro agrediram verbalmente os profissionais.