Profissional de saúde diz que erros são comuns, mas é simples impedir a morte da vítima
As postagens no perfil Moms!, no Facebook, são semelhantes a um diário de tortura
A polícia também investiga a participação da mãe do menino
Natália Ponte está presa desde domingo (10) na cadeia feminina de Franca.
Longo era o padrasto do menino e foi a última pessoa a ter contato com ele.
O menino desapareceu de dentro de casa e foi encontrado morto depois.
Na tarde desta quinta-feira, Natália Mingoni Ponte foi ouvida pela segunda vez pela Polícia Civil de Ribeirão Preto após a sua prisão
Guilherme Longo queria ajudar colegas a se reabilitarem, afirma Souza.
Depoimento da mãe e imagens de câmeras de segurança são as principais pistas dos investigadores. Justiça quebra o sigilo telefônico da família da cria
Declaração se baseia em depoimento de Natália Ponte na segunda-feira.
Acusado de participação da morte do menino deverá ser ouvido pela primeira vez nesta quarta-feira pela polícia Civil de Ribeirão Preto
Entre as pessoas que serão ouvidas pela polícia estão funcionários da escola em que o menino estudava
Reação da mãe de Joaquim mudou após ver o corpo da criança, diz delegado
Mãe e padrasto estão presos desde domingo (10); Longo deve depor hoje.
Casal teve a prisão temporária decretada no domingo.
Apesar da necessidade cirúrgica, os médicos também alertam que o procedimento pode ser muito arriscado
O menino era diabético e precisava tomar doses constantes de insulina para sobreviver.
Amigos e familiares da criança acompanharam o cortejo do velório até o cemitério municipal.
Enterro ocorrerá na tarde de segunda-feira (11) em São Joaquim da Barra.
Prisão do casal foi decretada neste domingo, após corpo ser encontrado.
Criança desapareceu no dia 5 da casa da família em Ribeirão Preto (SP). Polícia Civil aguarda necropsia para confirmar causas da morte do menino.
"Estão descansando", diz Felipe Paes sobre Justiça negar prisão do casal.
Assédio aconteceu dentro da sala de aula em escola da zona norte e foi gravado por colegas
Amigos do jovem deixaram recados na página da rede social acusando Moojen Neto com xingamentos como “monstro” e “verme”.
Juíza negou detenção de suspeitos de ligação com sumiço de criança.