Beirute, capital libanesa, foi atingida por uma forte explosão na última terça-feira (4)
A suspeita é que ela tenha partido de um armazém onde guardavam nitrato de amônio, um tipo de fertilizante.
Mega explosão de terça-feira (4) deixou mais de uma centena de mortos e ao menos cinco mil feridos
Em imagens divulgadas na internet, ouve-se um estrondo e o teto da igreja desaba ao fundo enquanto o clérigo escapa
Equipes de resgate buscam desaparecidos após a enorme explosão que devastou a área portuária de Beirute, capital do Líbano.
Suspeita é de que a explosão aconteceu em um depósito de nitrato de amônio, um tipo de fertilizante, na zona portuária de Beirute.
Ministro da Saúde do Líbano, Hamad Hasan, disse que há cerca de 4 mil feridos.
Atualmente o corpo celeste está perto de Marte e sua órbita deve cruzar a da Terra em cerca de um milhão de anos.
Ventos chegaram a 120 km/h e mais de 1,5 milhão de unidades consumidoras estavam sem energia por volta das 19h.
O tremor nos EUA acontece um dia depois de abalo de magnitude 7,4 no México que deixou ao menos 6 mortos
Navio mercante encalhou em fevereiro na costa do Maranhão; toneladas de óleo e minério foram retirados da embarcação.
Antes de ser afundado, o navio ainda vai passar por novo processo de retirada do que sobrou de óleo; Marinha garante que não haverá grande impacto ambiental.
Explosão precedeu erupção, que tem coluna de 15 km de fumaça e cinzas.
A paralisação começou na noite de terça-feira (18)
O carro seria usado para levar a noiva ao local do casamento.
Em busca do autor dos disparos, a NOAA prometeu uma recompensa de 20 mil dólares a quem colaborar com informações que ajudem na prisão do culpado.
Ação de vingança pela morte do general Qassem Soleimani aconteceu antes de seu corpo ser enterrado no Irã. Houve relatos iniciais de vítimas iraquianas, que não foram confirmados.
Cristiano Araújo e Allana Morais morreram em um acidente de carro em 24 de julho de 2015
A decisão liminar – provisória – atende a pedido da Defensoria Pública (DPRJ) e do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.
A polícia ainda não explicou por quanto tempo os reféns ficaram nessa situação, ou para onde foram levados