A categoria, que reivindica a regularização salarial e a assinatura da convenção coletiva de trabalho, seguirá com o movimento por tempo indeterminado enquanto não houver acordo.
Além de assegurar a manutenção da frota em circulação, foi requerido também que os valores das multas, que variam de R$ 50 mil a R$ 500 mil reais, sejam ampliados
A greve foi aprovada na quarta-feira (27) pelo Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Público de Teresina (Sintetro), após assembleia dos trabalhadores
As ordens de serviço serão entregues com o roteiro que deverá ser seguido pelos ônibus cadastrados
A categoria se reuniu em uma assembleia nesta manhã (27), na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários (Sintetro), e decidiu por unanimidade parar por tempo indeterminado.
O órgão ressaltou ainda que a data base de assinatura de uma eventual convenção coletiva está prevista somente para janeiro de 2022
Sindicato aguarda o pagamento da primeira parcela para que o retorno possa ocorrer na segunda-feira (11).
A reunião foi provocada pela advogada Naiara Moraes, representante do SITT e consultora jurídica do Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina (SETUT).
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Cocal
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