A PM disse ainda que o pai permaneceu na casa, pois estava abalado. Victor completaria um ano de idade neste sábado (9).
Desesperados, os familiares de Emili correram até uma farmácia solicitando ajuda.
O indivíduo foi conduzido e apresentado na Central de Flagrantes para os procedimentos legais.
A princípio, a hipótese era de que tenha sido um crime, no entanto, foi descartado.
A Polícia Militar informou que a criança ficou entre as 13h e 16h dentro do veículo, e foi salva graças uma mulher que passava pelo local.
A tia da criança chegou a ser acusada e presa pelo crime, mas, no decorrer da investigação foi descartada a participação dela.
Conforme informações da Polícia Civil, no momento do acidente, a vítima desempenhava suas funções como motorista de caminhão
De acordo com o delegado Marcos Halan, a criança foi conduzida até a UBS pela tia, que foi presa em flagrante.
Nos Estados Unidos, a pequena Rewaia de um ano foi esquecida dentro da van escolar, ficando presa durante toda a tarde no veículo.
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O principal suspeito do assassinato é seu ex-namorado, que não aceitava o fim do relacionamento
No dia, Luzia teria incentivado o próprio filho a jogar a criança na cacimba por se incomodar com o choro da menina.
A mãe ao ser questionada, afirmou não ter notado lesões no corpo da criança
No registro, a mulher é vista fazendo um passinho de dança que viralizou na plataforma Tiktok, enquanto o bebê está no bolso de seu jaleco.
Após debelar as chamas e entrar na residência, os bombeiros localizaram o corpo carbonizado da criança no piso do quarto apontado como o ponto inicial do incêndio.
A bebê Ayslla Helena de apenas 5 meses, teve insuficiência respiratória e choque séptico após receber o medicamente dipirona injetável.
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A jovem americana Brenna Brenna Siperko, de 20 anos, descobriu que seu pai tem pelo menos outros 65 filhos.
Mulher de 35 anos deixou duas filhas e marido após exagerar na dosagem de água diária
A Polícia informou que o suspeito teria se aproveitado do momento em que a bebê estava sozinha para pegá-la.
À Polícia Civil, testemunhas relataram que o suspeito de raptar e violentar a criança é um membro de uma igreja evangélica.
A mulher acusada confirmou que colocou veneno de rato no iogurte que ofereceu aos irmãos.
A equipe médica acionou a Polícia que identificaram marcas pelo corpo da criança, inclusive no rosto e sinais de violência sexual.
O pai estava acostumado a uma rotina em que levava a criança para a escola antes de ir para o trabalho.
De acordo com a família, a criança nasceu com cardiopatia, e se alimentava por meio de sonda e recebia medicamentos na veia.