Promotores dizem saber quem matou premiê com tiro à queima-roupa nas costas em plena rua cheia de gente em 1986
Maxwell Simões Corrêa foi preso em sua mansão de três andares num condomínio de luxo
Os promotores pedem que a Polícia encaminhe ao Ministério Público informações sobre a abertura do inquérito, em até 10 dias.
Magnata construiu seu império conquistando o monopólio das operações de cassinos de Macau de 1962 a 2002.
A mulher tem 37 anos e é usuária de drogas
A magistrada afirma que, entre outros motivos, a medida se faz necessária pela pandemia de coronavírus
Objetivo é proteger a saúde pública ante à pandemia, em razão da decretação de emergência em saúde pública nacional
A veterinária de 33 anos foi a primeira paciente infectada pelo novo coronavírus em Foz do Iguaçu
O governo do Paraguai já confirmou seis casos de Covid-19 e determinou no último dia 10 medidas para restringir a circulação de pessoas.
Advogados não conseguem tirar craque e seu irmão Roberto Assis da prisão preventiva
O ex-jogador cobriu as algemas com um pano. O objeto é visível nos punhos de Assis.
Em nota, a Embratur disse que "não compactua com nenhuma ação que esteja em desacordo com as leis do Brasil ou de qualquer país", mas contemporizou ao comentar a função do ex-jogador.
Ex-produtor de cinema era acusado de cinco crimes, e foi considerado inocente em três deles.
O nome da vítima não foi divulgado. Youlette não explicou o comportamento.
Um fazendeiro, de 71 anos, foi comido por seus porcos após ter desmaiado em Osiek, na Polônia.
Watts, de 21 anos, moradora de Enfield, confessou no tribunal crimes sexuais.
Ele está detido há um ano e sempre negou os crimes.
Durante o julgamento , a vítima, que teve a identidade preservada, disse que foi drogada enquanto estava no bar de um hotel
Caso foi descoberto após a família da vítima ter instalado uma câmera de celular escondida. O suspeito de cometer o crime José Ribamar Sousa, de 73 anos, está foragido da polícia.
A vítima, de 23 anos, foi obrigada a fazer sexo com Dylan em um resort localizado na Espanha.
Investigada assumiu que matou, degolou e enterrou cabeça de colega de trabalho, mas alegou legítima defesa.
Elizaveta Dubrovina foi enviada para uma clínica de tratamento psiquiátrico