A líder da associação Elvita Kelly, já havia sido presa na Operação Péssimo Negócio I e teve sua liberdade provisória concedida em maio.
A operação ocorreu em cumprimento a um mandado de busca e apreensão.
As investigações continuam no intuito de identificar outros atos delituosos praticados pelos presos.
Até o presente momento foram presas sete pessoas, a maioria da mesma família.
A investigação foi iniciada a partir da denúncia de um hospital do Piauí, que percebeu ter adquirido medicamento falsificado para tratamento de câncer.
A decisão foi proferida pela juíza da 1ª Vara especializada da cidade do Rio de Janeiro.
Todos os mandados já foram efetivamente cumpridos.