Infectologistas Estevão Portela e Margareth Dalcomo foram os primeiros imunizados em cerimônia simbólica neste sábado (23). Fiocruz fez análise de segurança das doses e as liberou para o Ministério da Saúde.
De acordo com o Governador Wellington Dias, ficam garantidas as condições de continuar o Plano Nacional de Imunização Nacional e completar a primeira fase.
Carga vinda da Índia foi transportada em voo comercial até Guarulhos, em SP, e depois foi enviada ao Rio de Janeiro.
As primeiras doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela AstraZeneca devem ser enviadas para Brasil e Marrocos nesta sexta-feira (22).
Segundo o órgão, o motivo para o atraso na produção da vacina no Brasil é por não ter recebido um dos insumos para a fabricação da vacina
Por unanimidade, os dois imunizantes são os primeiros autorizados no Brasil
O objetivo é frear a contaminação com a aplicação de pelo menos uma dose do imunizante
O Brasil registrou ontem 1.379 novos óbitos pela doença, maior marca desde 4 de agosto.
Comunicado vem um dia depois de instituto responsável por produzir as 2 milhões de doses para o Brasil ter afirmado que governo indiano não permitiria exportação da vacina.
Idoso de 82 foi o primeiro a receber o imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford em parceira com a farmacêutica AstraZeneca.
Pedido foi feito pela Fiocruz. Importação é considerada excepcional porque o imunizante ainda não foi submetido à autorização de uso emergencial ou registro sanitário.
Esta é a segunda vacina aprovada pelos britânicos; a primeira foi a da Pfizer.
Ministro da Saúde se reuniu com governadores nesta terça-feira (8)
A vacina é desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido
Texto vai ao Senado e tem de ser aprovado até esta quinta para não perder validade.
O acordo para essa vacina, fechado por R$ 1,9 bilhão, prevê a chegada de 100 milhões de doses no primeiro semestre
A vacina é a quarta no mundo a apresentar resultados preliminares de eficácia
Eficácia maior foi vista com dose menor; análise foi feita depois de 131 casos da doença entre os voluntários. Não houve nenhum caso grave da doença entre os que tomaram a vacina.
A vacina de Oxford é uma das quatro que passam por testes de fase 3 no Brasil
João Pedro Feitosa tinha 28 anos, era médico recém-formado e morador do Rio de Janeiro.
AstraZeneca anunciou retomada dos testes em todo o mundo e Anvisa aprovou continuidade. Protocolo tinha sido interrompido na última terça, após reações em voluntária fora do Brasil.